Um evento realizado em Igarapé do Meio, promovido por Wallas com o objetivo de apoiar a primeira-dama de Santa Inês e pré-candidata a deputada estadual, Paula Prata, terminou em polêmica e revolta entre os participantes. A celebração, que tinha como atrativo a valorização da cultura vaqueira, gerou indignação após denúncias de descumprimento das premiações prometidas às comitivas.
De acordo com relatos, foram anunciados prêmios de R$ 2 mil para a Rainha do Vaqueiro e de R$ 1,5 mil e R$ 500 para as comitivas mais organizadas. No entanto, o valor entregue foi de apenas R$ 300, sob a justificativa de “gastos extras”. A mudança repentina causou frustração entre os competidores, que investiram em roupas, transporte, ornamentação, bandeiras e até cavalos emprestados para participar do evento.
As comitivas, que se prepararam com dedicação e grandes despesas, relataram prejuízos e acusaram a organização de falta de compromisso. A insatisfação tomou conta das redes sociais, onde diversas críticas apontaram o uso da cultura vaqueira como ferramenta política, sem a devida valorização dos verdadeiros protagonistas da festa.
O episódio, que deveria reforçar tradições e aproximar a população, acabou trazendo repercussões negativas à imagem dos organizadores e da pré-candidata. Em vez de promover o fortalecimento cultural, a situação foi marcada por frustração e cobranças por respeito, levantando questionamentos sobre a seriedade de eventos desse tipo em meio ao cenário político maranhense.

